A Organização Mundial de Saúde (1986) considera a saúde como um recurso para a vida, envolvendo um ótimo bem-estar físico, mental e social; não se limita a considerar a saúde, somente, como um estado de ausência de doença.

Em 2006, a Organização Mundial de Saúde aponta que a saúde é um direito elementar de qualquer ser humano, em qualquer sociedade, e assume que para uma pessoa ser saudável deve apresentar adequados níveis de conforto ao nível físico e mental, assim como de integração na sociedade.

Obviamente que a perceção que cada indivíduo tem acerca do “ser saudável” envolve uma considerável subjetividade. Contudo, o bem-estar físico e emocional, o bom relacionamento familiar e social, os recursos económicos e a perceção de segurança afiguram-se caraterísticas fundamentais.

Já na década de 40, do século passado, a Organização Mundial de Saúde havia assumido uma posição em que defendia que o simples desfrutar do melhor estado de saúde que é possível alcançar constitui um dos direitos fundamentais de todo o ser humano e que a saúde de todos os povos é essencial para a manutenção da paz e da segurança mundial.

Referências:
Organização Mundial de Saúde (1946). Constituição da Organização Mundial da Saúde. Disponível em http://www.direitoshumanos.usp.br/index.php/OMS-Organiza%C3%A7%C3%A3o-Mundial-da-Sa%C3%BAde/constituicao-da-organizacao-mundial-da-saude-omswho.html
Organização Mundial de Saúde (1986). Carta de Ottawa para a Promoção da Saúde: Uma Conferência Internacional para a Promoção da Saúde com vista a uma nova Saúde Pública. Lisboa: Direção Geral de Saúde.
Organização Mundial de Saúde (2006). Ação Sobre os Determinantes Sociais da Saúde: Aprendendo com experiências anteriores. Geneva: OMS.

Autor: Luís Vieira | luisvieira@shalumspa.com

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